Apneia

A cada dez pessoas, quatro roncam ocasionalmente e duas sofrem de síndrome da apneia obstrutiva do sono.

O ronco se trata de um som emitido pela vibração nas vias aéreas durante a respiração. No entanto, o ronco em si geralmente não causa problemas graves para a saúde da pessoa. Já se tratando da vida conjugal, o ronco pode incomodar quem tenta dormir ao lado. Segundo especialistas, o principal problema associado ao ronco são as apneias do sono, que, basicamente são pausas respiratórias por no mínimo 10 segundos durante o sono. Quando muito intensas e frequentes causam a Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) caracterizada por sintomas noturnos e diurnos.

A apneia do sono é considerada uma das principais causas de pressão alta, além de aumentar os riscos de doenças cardiovasculares e AVC. Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 50% da população brasileira se queixa de sono ruim e aproximadamente 30% da população adulta sofre de apneia do sono.

Os principais sintomas são:

  • sintomas noturnos: ronco, pausas respiratórias, episódios de sufocação, despertares frequentes, sudorese excessiva, pesadelos, insônia e engasgos.
  • sintomas diurnos: sonolência excessiva, sono não reparador, fadiga, dores de cabeça durante o dia, alteração do humor, dificuldade de concentração, alteração da memória e diminuição da libido.

Esta síndrome vem ganhando cada vez mais destaque na medicina e já é considerada a principal causa “identificável” de pressão alta ou hipertensão arterial sistêmica na população. Também é um importante fator de risco para acidentes de trânsito e de trabalho.

Dentre os problemas que apresentam, está o fato dessas apneias diminuírem a concentração de oxigênio no sangue, com isso, o ritmo dos batimentos cardíacos fica elevado, estimulando a contração dos vasos sanguíneos, o que torna o problema um fator de risco para arritmia cardíaca.

Infelizmente, a maior parte dos pacientes – entre 85% e 90% -, convive com a SAOS sem receber o diagnóstico e, como consequência, continuam sem tratamento.

Especialistas alertam que a SAOS não tratada pode resultar em um problema cardiovascular grave, como um derrame cerebral (AVC- Acidente Vascular Cerebral) ou um infarto agudo do miocárdio. No pior dos cenários levando a óbito.

Um dos tratamentos para a síndrome da apneia obstrutiva do sono é o CPAP.
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